14 de nov. de 2009

MOS DEF NO INDIE HIP HOP


O rapper Mos Def, que recentemente lançou o elogiado The Ecstatic, vai se apresentar no Brasil no dia 6 de dezembro. O rapper é um dos artistas confirmados na escalação do Indie Hip Hop, festival que acontece no SESC Santo André.

O rapper Max B.O confirmou hoje em seu twitter que também fará parte do line-up do evento, além dos grupos Pentágono e Inumanos.

Segunda já começam a vender os ingressos! Vale a pena Conferir!



Programação INDIE HIP HOP

-SÁBADO DIA 05/12

Das 16h às 22h

MOS DEF
Contra-Fluxo + Espião
Inumanos + Max B.O.
Pentágono
Pizzol
MC: Xis / DJ: PG

16h

Workshop com Ken Swift (Rocksteady Crew)
OSGEMEOS e CONVIDADOS (Pintando ao Vivo)


-DOMINGO DIA 06/12


Das 16h às 22h

MOS DEF
Mamelo S.S. + Elo da Corrente
Kamau + Parteum
A Filial
Nel Sentimentum
MC: Thaide / DJ Pathy de Jesus

16h

Workshop com Ken Swift (Rocksteady Crew)
OSGEMEOS e CONVIDADOS (Pintando ao Vivo)

1 de nov. de 2009

HÉLIO OITICICA


Em razão do incêndio que devastou e resumiu a pó muitas das obras de Hélio Oiticica, considero quase que obrigatório uma homenagem, mesmo que simples e nem um pouco confortante, desse artista ímpar, marginal,apaixonante e desconhecido por muitos.

Assim sendo, publicarei anexada a reportagem da Folha de São Paulo sobre o ocorrido, uma breve tragetória de Oiticica, assim como algumas de suas grandes e ,agora, nostálgicas obras.


Incêndio no Rio destrói obras de Hélio Oiticica

Diversos artistas e autoridades brasileiros lamentaram o incêndio que destruiu parte do acervo do artista plástico Hélio Oiticica (1937-1980) ocorrido entre a noite de sexta-feira (16) e a madrugada de sábado (18) na casa de seu irmão, o arquiteto César Oiticica, no Jardim Botânico, zona sul do Rio. Leia abaixo a repercussão do caso. O material perdido corresponderia a 90% da obra do pintor, escultor e artista conceitual, que morreu em 1980.

"É como se um pedaço de cada artista brasileiro tivesse se incendiado também. É uma tragédia cultural", disse o também artista plástico Cildo Meireles. Para o professor da USP Tadeu Chiarelli, trata-se de "uma perda lastimável para se entender a arte internacional".

Segundo César, que dirige o Projeto Hélio Oiticica, instituição criada em 1981 para cuidar dos trabalhos do artista, o acervo da casa destruída reunia mais de mil obras - centenas foram queimadas. Ele estima a perda em US$ 200 milhões. César Oiticica disse que estava jantando quando foi alertado por uma empregada sobre o fogo. As causas do incêndio são desconhecidas.

O fogo começou por volta das 23h de sexta-feira. O Corpo de Bombeiros chegou 20 minutos depois e teve dificuldades para controlar o fogo. "Tiveram que pegar água da piscina do meu vizinho", afirmou César. Os bombeiros só conseguiram apagar totalmente as chamas por volta de 2h30 de sábado.

Segundo César, a sala onde estavam guardadas as obras era adaptada para funcionar como uma reserva técnica e não havia nada de inflamável no local. Os bombeiros foram chamados, mas quando chegaram o fogo já havia destruído o acervo.

A casa abrigava pinturas, desenhos e toda a obra concebida nos anos 60. Parangolés, bólides e bilaterais, um dos destaques da produção do artista, estão em estado irrecuperável. Os penetráveis, obras maiores de Oiticica, que integraram a exposição "Penetráveis", no centro municipal de Arte Hélio Oiticica, no centro do Rio, permaneceram no espaço e foram salvos. Os que estavam na casa foram parcialmente destruídos. Os desenhos foram encontrados em bom estado.


Trajetória de Hélio Oiticica

O artista tem entre suas obras mais importantes a "Tropicália", que inspirou e deu nome ao movimento cultural brasileiro que revolucionou a música, o cinema, o design, a moda e as artes do país nos anos 70. A obra faz parte da coleção permanente da galeria Tate Modern, de Londres, que adquiriu o trabalho em 2007.

O artista, que compareceu a uma escola pela primeira vez aos dez anos, teve sua formação influenciada pelo pai, José Oiticica Filho --um dos mais importantes fotógrafos brasileiros-- e pelo avô José Oiticica, intelectual filólogo, professor, escritor e jornalista.

Em 1953, Oiticica começou a estudar pintura com Ivan Serpa, após tomar contato com a obra de Paul Klee, Alexander Calder, Piet Mondrian e Pablo Picasso durante a segunda Bienal de Arte Moderna de São Paulo. Em 1954, entrou para o Grupo Frente e junto fez a sua primeira exposição no Museu de Arte Moderna.

Nessa época, Oiticica começou a conviver com artistas e críticos, como Lygia Clark, Ferreira Gullar e Mário Pedrosa. Sua obra desse período, entre 1955 e 1957, são pinturas geométricas sob guache e cartão, que resultou em 27 trabalhos nessa técnica, intitulados 'Secos', que foram expostos no Rio de Janeiro, na Exposição Nacional de Arte Concreta.

Em 1959, convidado por Lygia Clark e Gullar, integrou o Grupo Neoconcreto do Rio de Janeiro e passou a realizar pinturas a óleo sobre tela e compensado. São obras monocromáticas que incluem pinturas triangulares em vermelho e branco. Também em 1959, o artista participou da quinta Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em 1960 trabalhou como auxiliar técnico de seu pai, José Oiticica Filho, no Museu Nacional.

A partir do início dos anos 60, Oiticica começou a definir qual seria o seu papel nas artes plásticas brasileiras e a conceituar uma nova forma de trabalhar, fazendo uso de maneiras que rompiam com a ideia de contemplação estática da tela. Surgiu aí uma proposta da apreciação sensorial mais ampla da obra, através do tato, do olfato, da audição e do paladar.

Entre as obras os "Penetráveis", criados para serem vivenciados (ou penetrados) pelo espectador. Nestas obras, o artista passa a criar espaços de convivência que rompem com a relação formal entre arte e observador e pedem presença ativa e distendida no tempo. Parangolé

Em 1964, o artista aproximou-se da cultura popular e passou a frequentar a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, tornando-se passista e integrando-se na comunidade do morro. Vem dessa época o uso da palavra "parangolé" que passou a designar as obras que estava trabalhando naquele momento.

Os primeiros parangolés se compunham de tenda, estandarte e bandeira e P4, a primeira capa para ser usada sobre o corpo. São obras que causaram polêmicas e ele definia como "antiarte por excelência".

Em 1965, o artista começou carreira internacional e realizou a exposição --Soundings Two-- em Londres, ao lado de obras de Duchamp, Klee, Kandinsky, Mondrian, Léger, entre outros.

Em 1967, iniciou suas propostas supra-sensoriais, com os bólides da "Trilogia Sensorial", além dos penetráveis PN2 e PN3 que faziam parte da obra Tropicália, mostrada na exposição Nova Objetividade Brasileira, no MAM, Rio de Janeiro.

Em 1972, usou o formato super 8 e realizou o filme Agripina é Roma - Manhattan. O cinema passou a ser uma referência, e em 1973 criou o projeto Quase-cinema, com a obra "Helena inventa Ângela Maria", série de slides que evocam a carreira da cantora Ângela Maria.

Uma nova série de penetráveis intitulados Magic Square e os objetos Topological ready-made landscapes foram mostrados na exposição Projeto construtivo brasileiro, MAM, Rio de Janeiro, em 1977. Em 1979, criou o seu último penetrável chamado "Azul in azul". Neste ano, Ivan Cardoso realizou o filme "HO", retratando a obra de Hélio Oiticica.

No dia 22 de março de 1980 o artista morreu após sofrer um acidente vascular cerebral no Rio de Janeiro.






31 de out. de 2009

SHEPARD FAIREY, THE GIANT!

O meu post hoje é sobre Shepard Fairey, mais conhecido como Obey Giant. Autor dos cartazes da recente campanha de Barack Obama, Shepard Fairey é o tipo do cara que mudou a arte na época em que vive: começou lá pelos seus 14 anos, bastante influenciado pela cena do skate e da arte urbana. A figura mais famosa de Shepard surgiu em uma noite em que folhava uma revista e se deparou com o retrato de André The Giant, lutador profissional daquelas lutas de mentira que os americanos adoram.




Na hora já fez um desenho com rosto do lutador com a frase “André has a posse” (André tem uma gangue).





Em pouco tempo a brincadeira já estava por todo lado.O tempo foi passando e os adesivos viraram cartazes com a palavra “OBEY”. Cartazes esses que viraram marca registrada de Shepard Fairey.





Atualmente Fairey, que já foi preso por ações ilegais, hoje é artista-empresário de sucesso. Fundou a agência de design Studio Number One, criou a grife de roupas Obey, a revista de cultura pop Swindle e a galeria de arte Subliminal Projects. Já fez trabalhos para capa de álbuns de bandas como Led Zeppelin e Smashing Pumpkins, publicidades par o Wal-Mart, Seven Up e Volkswagen. Abaixo vai alguns trampos do cara:
















Mais em: Obey Giant

26 de out. de 2009

THE HUNDREDS X BROOKLYN PROJECT

Comemorando a inauguração da nova loja do pessoal Brooklyn Projects em Pasadena ("Cidade das Rosas") a The Hundreds lança numa tiragem de 144 peças, camisetas que marca a parceria entre a City os Angels X City of Roses. A camiseta traz o clássico Adam Bomb, marca registrada da The Hundreds, desenhado com pequenas rosas.







BERLIM TETRIS

24 de out. de 2009

DJ HERO INTRO

SERGIO RODRIGUES

O trabalho do designer de cadeiras Sergio Rodrigues, em exposição na galeria Espasso em NY.



por: coolhunting

YEAH, WE LIKE A LOT




por coolhunting

EXPO DOS GEMEOS NA FAAP


A exposição “Vertigem”, da dupla OSGEMEOS, estreia em São Paulo dia 24 de outubro. A mostra já passou por cidades como Rio de Janeiro e Curitiba e terá peças exclusivas para a temporada paulistana.

Os irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo usam elementos do graffiti e criam instalações com recursos sonoros e esculturas. Em São Paulo, a exposição fica até dezembro no MAB - Museu de Arte Brasileira da FAAP.



Data: de 25 de outubro a 13 de dezembro

Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
Endereço: Alagoas, 903 – Higienópolis

Horário: de 3a a 6a feira, das 10h00 às 20h00
Sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 17h00
Fechado às 2as feiras, inclusive quando for feriado.
Informações: (11) 3662-7198
Visitas Educativas: agendamento (11) 3662-7200
Entrada Gratuita


22 de out. de 2009

N.A.S.A A.N.I.M.A.L



A dupla, do brazuca Zegon e do norte-americano Squeak E. Clean ,North America-South America(N.A.S.A) colocou na internet para download o novo mix "Tanning on the Moom"
e para baixar basta vc clicar aqui-> DOWNLOAD

by ZEGON



ps: desculpem a falta de conteúdo, estou total sem tempo.

7 de out. de 2009

ADIDAS ORIGINALS CONSORTIUM CITY SERIES



Novas versões de sucessos da adidas originals,na onda de parceria de grandes marcas e boutiques especializads , os pares vem com cidades representadas pelas boutiquesque nelas permanecem, UNDFTD x L.A. Trainer, Sole Service x Oslo, Solebox x Berlin, Bodega x Boston. A coleção é esperada para o final de outubro.
















fonte slamxhype

IRONLAK TEAM EM CHICAGO

Um vídeo da passagem do time norte-americano da australiana Ironlak por Chicago, confira o trabalho dos artistas:Augor, Jaes, Pose, Enue & Ewok.